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Dicas para superar a crise no setor de eventos em 2016

Dicas para superar a crise no setor de eventos em 2016

Tendências para não deixar a economia atrapalhar o sucesso do seu evento em 2016

O ano de 2015 foi difícil. Entre perdas de investimentos, falta de confiança e conflitos políticos, o Brasil perdeu fôlego econômico, a inflação cresceu e o câmbio do dólar foi às alturas. Agora, enquanto todos os setores sofreram com a situação financeira atual, alguns sofreram mais do que outros. Principalmente os setores não essenciais – como o ramo de eventos.
Com muitas empresas e indivíduos cortando gastos o máximo possível, parece loucura investir em eventos. Porém, para os profissionais que sabem identificar tendências e usar a criatividade para superar obstáculos, o momento não poderia ser mais propício. E neste artigo vamos justamente apontar algumas tendências para quem trabalha no ramo de eventos e não quer deixar a economia atrapalhar seu sucesso em 2016.

1) Hora de propor soluções criativas
Uma tendências que está em alta é trazer soluções simples porém inovadoras para os eventos. Foi-se o tempo em que luxo e glamour eram sinônimos de uma feira, exibição ou festa de sucesso. Com os orçamentos reduzidos de que as empresas (e, claro, as pessoas em geral) dispõem agora, o ideal são eventos minimistas e personalizados.
Alguns exemplos são a realização dos eventos durante o dia e em espaços abertos, para reduzir gastos com energia; a redução dos espaços locados, porém com valorização maior do espaço disponível através de uma construção mais otimizada; a decoração feita não mais com materiais de luxo, mas com materiais reaproveitáveis e, inclusive, ecologicamente corretos.

2) Foque em pequenos eventos  
O ano de 2015 provavelmente não será repleto de grandes eventos. Muitos eventos de maior porte virão em 2016, incluindo feiras, exposições e as próprias Olimpíadas. Porém, fazer parte destes esteja longe da realidade de muitos clientes.
Em vez de buscar atender grandes eventos, as empresas e profissionais do ramo devem buscar atender com excelência os eventos menores. Pequenos workshops, roadshows e ações promocionais, por exemplo, podem abrir as portas para boas referências e novos (maiores) clientes quando a economia finalmente voltar a crescer.

3) Fique de olho nas tendências do exterior
Não apenas os outros países ditam moda, eles também ditam eventos. Inclusive, há empresas do ramo que já estão importando materiais para a organização de eventos, como decorações, da China. E, embora possa ser caro adotar ou comprar as novidades americanas, europeias e asiáticas, também é inútil ignorá-las. Com a internet tão infiltrada na vida das pessoas, o que é moda lá fora logo vira desejo de consumo aqui – seja um bolo de casamento, um estande corporativo ou até mesmo uma feira inteira.
Recentemente, São Paulo abrigou o evento Comic Con Experience, feito aos moldes da Comic Con San Diego, feira de entretenimento realizada anualmente nos EUA. O evento teve grande porte e foi um sucesso – não apenas por sua organização, mas por que ele trouxe uma tendência internacional a que o brasileiro também queria ter acesso. É um exemplo clássico de como é importante estar atualizado sobre o que acontece lá fora.

Com essas dicas, talvez o ano de 2016 não seja o melhor da história para o ramo de eventos, mas pode ficar longe de ser o ano de recessão que a economia parece anunciar. E conte com o guia do Seu Evento Corporativo para dar vida a seus eventos.
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